A abordagem histórica do YOGA torna-se um desafio, primeiro que os indianos parecem não ter se preocupado em registrar precisamente o início de sua história. Segundo, que os fatos históricos mesclam-se profundamente com a mitologia indiana, confundindo ainda mais os dados reais. Mas esta particularidade torna a pesquisa sobre a história do YOGA mais especial e mágica.
Sobre a mitologia no YOGA, Sandra Cury2 diz que o mito pode ser um recurso para trazer a tona uma expressão da realidade, para transmitir a sabedoria dos filósofos, simbolizar os mistérios Divinos, mostrar as potencialidades espirituais, para interpretar a existência, usando a criatividade e a intuição pelo movimento do inconsciente.
Reportando-se as origens do YOGA, o mito fala de uma conversa entre SIVA3 e sua esposa PARVATI, irmã de GANGA (Ganges) e filha do Himalaya. Esta conversa aconteceu um dia na praia, quando SIVA ensinava a disciplina do YOGA à sua esposa. PARVATI acabou adormecendo, enquanto MATSYENDRANATH ouvia tudo por ter se escondido no mar em forma de peixe. Ele então, torna-se MATSYENDRA, o Rei dos peixes, por aprender os mistérios do YOGA e propaga-los a partir daí. Esta é uma lenda universal, uma das formas mais conhecidas de contar a origem do YOGA.
Assim, as próprias deidades, como SIVA, KRSNA, MATSYENDRA, e outros, são referidas como figuras mitológicas, e como figuras históricas, já que os Deuses da mitologia viveram entre os homens na antiguidade indiana. Não há divisão entre o humano e o Divino, o fato e o mito, o concreto e o abstrato, sendo complementares estas duas formas de explicar a filosofia do YOGA: a história dos fatos e a lenda mitológica. Neste contexto, precisamos resgatar a cosmogênese hindú, para compreender o surgimento do YOGA.
A cosmogênese hindú é explicada como algo cíclico, de forma que o universo tem períodos de atividade e períodos de dissolução, também chamados respectivamente de dias e noites de BRAHMA, ou MANVANTARA e PRALAYA.
Cada ciclo mundial é dividido em 4 idades ou YUGAS: KRITA, TRETA, DVAPARA e KALI. A Cada YUGA , o DHARMA, a lei universal, vai sendo aos poucos esquecida e decaindo de ¼ em ¼ , de forma que na primeira YUGA a lei está no clímax, e na última YUGA, a existência acontece com apenas ¼ do DHARMA.
A soma das 4 YUGAS é a MAHA YUGA ou grande YUGA. A soma de 1.000 MAHA YUGAS corresponde a um dia de BRAHMA (KALPA). Depois de um dia de BRAHMA, segue-se uma noite de BRAHMA de igual tamanho.
Cada KALPA subdivide-se em 14 MANVANTARAS, ou intervalos de MANU, que terminam com dilúvios. Cada qual equivalendo a 71 MAHA YUGAS e uma fração. O desenvolvimento e o caos de cada KALPA são marcados por eventos mitológicos que se repetem ciclicamente. O Deus Brahma vive 100 anos (MAHA KALPA), depois o universo é absorvido novamente no Absoluto durante um século de Brahma, então tudo recomeça e entra indeterminadamente novamente no ciclo de 311 trilhões de anos.
No KRITA4 YUGA, o DHARMA penetra totalmente no organismo universal, assim, os seres deste período nascem virtuosos e dedicados ao seu dia a dia harmonizado divinamente com o DHARMA.
Em Treta YUGA, o modo de vida de cada uma das quatro castas começa a entrar em desordem, os deveres deixam de ser espontâneos e naturais pelo DHARMA, precisam ser aprendidos.
DVAPARA YUGA é o desafio de equilibrar as dualidades de imperfeição e perfeição, luz e treva. A perfeição da ordem espiritual não está mais à frente de tudo, os seres são cegos pelas paixões e mesquinharias materiais, dissolvendo o estado semidivino da sociedade. Nesta era, a santidade só pode ser alcançada por jejum, devoção e ascetismo e prática religiosa.
KALI5 YUGA, é conceituada como idade das trevas, existindo com apenas um quarto da lei do DHARMA, desenvolvendo a degradação moral e social, e deixando o mundo e o Homem atingirem o que têm de pior.
KALI YUGA = 432.000 anos
DVAPARA YUGA = X 2 = 864.000 anos
TRETA YUGA = X 3 = 1.296.000 anos
KRITA YUGA = X 4 = 1.728.000 anos
MAHA YUGA = a soma = 4.320.000 anos
1 dia de BRAHMA = MAHA YUGA X 1000 = 4.320.000.000 anos
1 noite de BRAHMA = 4.320.000.000
24 h de BRAHMA = 8.640.000.000
MAHA KALPA = 100 anos de Brahma = 360 X 8.640.000.000 X 100 = 311.040.000.000.000
E assim, configura-se uma explicação para a organização da vida do universo voltada ao desenvolvimento espiritual classificado em quatro diferentes vivências.
Segundo Caio Miranda6 , o YOGA é oriundo de Atlântida, misterioso continente submerso, e que mais tarde, na Grécia foi pesquisado e descoberto por Platão. A teoria de evolução humana apresentada pelo autor apresenta que já existiram 5 raças raízes: a primeira ADÂMICA, e a segunda HIPERBÓRICA: foram constituídas de seres sem corpo físico. A terceira, chamada LEMURIANA desenvolveu o corpo físico do homem, a quarta e já citada, a ATLANTE, constituiu o corpo astral, o veículo emocional do homem, cumprindo a missão de desenvolver a sensibilidade. Essa civilização acabou sob convulsão tectônica.
Mas para dar continuidade à evolução do ser, antes da destruição de Atlântida, sete MANUS7 emigraram do continente para os rincões mais afastados (regiões ocupadas hoje pelo México, Peru, Egito, Índia, China, Cáucaso, e Escandinávia). Os MANUS tinham o conhecimento completo da cultura e ciência Atlante, no entanto, cada qual era especialista em uma área.
O MANU VAISVAVATA foi para ARYAVARTTA, antiga Índia e levou a ciência do YOGA, transmitindo-o para o povo da região ainda em desenvolvimento do veículo mental. Quando aquela humanidade apresentou compreensão mental necessária, firmaram-se as bases intelectivas aos conhecimentos metafísicos e científicos do YOGA.
Na continuidade, Osíris foi para o Egito, levando a astronomia mágica, que se transformou em ciência exata. Manco-Capac, foi para a atual região do Peru com os conhecimentos de engenharia. Quetzal-Coatl emigrou para a região do México com a ciência do poder vibratório do som, que originou um sistema telegráfico por pirâmides sonoras. Caucasiano Joefal transmitiu a sabedoria da medicina mágica, herdada pelos árabes. Já o MANU que se dirigiu para a China levou o conhecimento do alfabeto Atlante aos seus habitantes. E aos escandinavos foi levado o conhecimento náutico, herdado pelos Vikings.
Assim, a Índia foi o berço do YOGA, no que se refere à quinta raça raiz, que é a nossa atual raça, a Civilização Ariana, que desenvolve o corpo mental do ser. As próximas raças raízes terão a missão de desenvolver as capacidades mais sutís do ser humano. Dotado da capacidade mental (civilização Ariana), o homem pode sistematizar e registrar as revelações espirituais em alguns textos considerados sagrados que abordam o conhecimento da tradição do YOGA.
No entanto, contextualizar as datas da história da Índia, e do YOGA é complicado também devido aos paradoxos das pesquisas em arqueologia e da própria história indiana. E estes paradoxos, questionam qual civilização materializou, registrou as revelações espirituais contidas no VEDAS: os DRAVIDIANOS, ou a civilização INDO-SARASVATTI ?
Segundo as teorias de Max Miller (estudioso do Hinduísmo e tradutor de textos védicos do sânscrito para o alemão) sobre os primórdios das civilizações indianas, foram descobertas escavações do Vale do Hindu, nas quais consta que o YOGA já era praticado de alguma forma naquele período (no mínimo 5.000 anos antes de Cristo).
“Certa vez, um famoso bailarino improvisou alguns movimentos instintivos, porém, extremamente sofisticados, graças ao seu virtuosismo, por isso mesmo, lindíssimos. Esta linguagem corporal não era propriamente um ballet, mas, inegavelmente, havia sido inspirada em dança”. (DE ROSE, 1994, pg 23).
Este bailarino passou a ensinar seu método para as pessoas de sensibilidade mais apurada que se interessavam. Era algo espontâneo. O tempo foi passando, e parte do conhecimento foi difundido entre muitas pessoas, e com a passagem do bailarino para os planos invisíveis, os discípulos mais leais mantiveram os saberes intactos e continuaram a transmiti-los.
Em algum momento da história essa arte ganhou o nome de integridade, integração, união, em sânscrito, YOGA. Seu fundador ingressou na mitologia como SIVA, intitulado NATARÁJA, o rei dos bailarinos. Tudo isso, há mais de 5.000 anos antes de Cristo, a noroeste da Índia, no Vale do Indo, que era habitado pelo povo Drávida.
Sua civilização, uma das mais avançadas da antiguidade, ficou perdida e soterrada durante milhares de anos, até que os arqueólogos do final do século XIX encontraram evidências de sua existência. Ficaram impressionados com o que encontraram: cidades de urbanismo planejado: largas avenidas, ruas de pedestres, casas de dois andares, instalações sanitárias, água corrente, iluminação nas ruas, esgotos cobertos, carrinhos de brinquedo com rodas, celeiros com sistema de ventilação e plataforma elevada para facilitar a carga e descarga das carroças.Tudo isso, há 3 mil anos antes de Cristo!
Cerca de 1.500 anos antes de Cristo a Civilização do Vale do Indo foi invadida, segundo Max Miller, por um povo nômade e bárbaro que falava um idioma do grupo indo-europeu: os Arianos. Consta que estes subjugaram o povo Drávida e sua cultura, destruíram sua civilização, exterminaram quase todos os vencidos e escravizaram os poucos sobreviventes. Outros fugiram, migrando para o extremo sul da Índia e Sri Lanka, onde vivem seus descendentes até hoje, constituindo a etnia Tamil.
Esse embate entre as culturas da Vale do Indo e dos Arianos foi aceita por muito tempo. Entretanto, atualmente as pesquisas sobre a história da Civilização indiana já apontam um outro ponto de referência.
Para FEUERSTEIN8 o “modelo da invasão ariana” defendido especialmente pelo famoso orientalista alemão Max Muller, adquiriu em pouco tempo o status de um dogma popular que permanece forte hoje, pois não há ainda a difusão das mais recentes pesquisas que comprovam que a invasão da Índia pelos arianos nunca aconteceu, pois este povo já estava lá estabelecido.
As novas descobertas comprovam que os Arianos Védicos falavam uma língua da família indo-européia. Os estudiosos, segundo Feuerstein, não chegaram a um acordo acerca de onde vivia esse povo, cujo país é situado, em geral, em algum lugar da Ásia Central ou Europa Oriental. De qualquer modo, considera-se muito provável que já houvesse comunidades de proto-indo-europeus estabelecidas na Eurásia por volta de 4.500 anos antes de Cristo ou ainda antes. Isso é sugerido pelos indícios arqueológicos e pelo RIG-VEDA (texto antigo da tradição do YOGA). A geografia, o clima, a flora e a fauna descritas no RIG-VEDA possuem as mesmas características encontradas no noroeste da índia atual.
Assim, os arqueólogos hoje acreditam que a antiga cidade de Harapa9 não foi invadida ou destruída, mas sim, abandonada por mudanças climáticas após 1.900 anos antes de Cristo: o esgotamento do rio SARASVATI fez com que numerosas cidades e povoados fossem abandonados com o deslocamento da civilização védica para o rio GANGES, não existindo nada nos VEDAS que contradiga essa suposição. Isso também significa que o RIG-VEDA tenha sido composto antes do esgotamento do SARASVATI. Não há evidencias de incêndios, ataques ou destruição violenta da cidade.
A partir daí é que surge os ARANYAKAS e UPANISADS10, a literatura da tradição ARANYA (da floresta), uma vez que às margens do GANGES contam vastas florestas.
Para Feuerstein, eliminando o preconceito da invasão Ariana, torna-se simples entender que a tradição oral e escrita dos VEDAS encaixa com os indícios arqueológicos, dissolvendo assim, o mistério da existência das grandes cidades. Essas novas descobertas revolucionam a nossa compreensão da história do YOGA. Os Hinos do RIG-VEDA, por exemplo, apontam para uma civilização multiracial quando contam batalhas, mas tais batalhas não são entre povos Arianos e Autóctones, são batalhas entre povos da mesma cultura. Porém, a teoria da invasão Ariana argumenta a supremacia da raça branca Ariana sobre os Dravidianos de pele mais escura, uma especulação que não analisa a causa da pele mais escura de um dos povos ser pela exposição ao sol em regiões tropicais.
TINOCO (Acharya Kaliama)11 , seguindo as recentes teorias do já citado Feuerstein, e de David Frauley e Suthbhsh Kakkos, argumenta que os Arianos e os Dravidianos são membros do mesmo ramo mediterrâneo da raça caucasiana, não sendo raças distintas. Então, pode-se dizer que as cidades do Vale do Indo eram formadas por diferentes grupos étnicos, sendo que ao que tudo indica, a morada original dos Arianos sempre foi a Índia, desde os tempos da civilização do Vale do Indo.
O autor ainda se refere a vestígios de um proto-YOGA nas cidades do Indo, bem como, noções proto-yogues nos VEDAS e nos artefatos do INDO-SARASVATI.
“A civilização védica do INDO-SARASVATI não é somente a mais antiga, do planeta, é também a maior civilização da alta antiguidade, muito maior do que a Suméria, a Assíria, e o Egito Juntos”. (Acharya Kaliama, 2003)
Segundo o autor, há uma série de questionamentos à teoria da invasão Ariana:
Os descendentes dos supostos invasores arianos, os hindus, não têm memória sobre essa invasão, não havendo registro desta invasão nos VEDAS e nem nos textos do Jainismo e do Budismo. Além disso, há uma continuidade cultural no que se refere aos artefatos arqueológicos descobertos nas cidades do Indo e a seqüente sociedade do Hinduísmo.
Diferente da idéia da invasão Ariana, pesquisas recentes revelam que cavalos eram conhecidos na Índia antes mesmo das cidades do Vale do Indo.
Se a invasão Ariana aconteceu cerca de 1.200 e 1.500 antes de Cristo, os hinos do RIG-VEDA não poderiam ter registros de posições estrelares de 3.000 antes de Cristo.
Em sítios arqueológicos de Harapa foram encontrados altares do sacrifício do fogo utilizados por Arianos Védicos. A continuidade alfabética também mostra a continuidade cultural entre a civilização do Vale do Indo e o Hinduísmo posterior, uma vez que há uma ligação entre a escrita harapeana e a posterior escrita BRAHMI que dá origem ao DEVANAGARI que pode ser transliterado para o sânscrito.
Então, para as pesquisas recentes, a invasão Ariana nunca existiu pois os Arianos sempre foram indianos e habitantes do Vale do Indo (como os Dravidianos), sendo o YOGA um fruto da civilização INDO-SARASVATTI.
Entretanto, para estudiosos como Eliade e Max Miller que acreditam na invasão Ariana, o YOGA seria proveniente de uma religião proto-histórica dos Dravidianos do Vale do Indo, hoje extinta, e que sofrera a oposição inicial dos invasores, mas sendo integrada mais tarde com o pensamento Ariano após a suposta invasão.
Mesmo com esta divergência de opiniões sobre os fatos da Índia pré-histórica, os textos sagrados, os VEDAS, de fato existem, registram a tradição do YOGA e são interpretados por seis pontos de vista, seis correntes filosóficas ortodoxas do pensamento indiano, os chamados DARSANAS. Um dos DARSANAS é o YOGA Clássico de PATAÑJALI.
Feuerstein coloca que no transitar da história, o YOGA das UPANISADS12 desencadeou uma diversidade de práticas, uma vez que na sua tradição, o YOGA foi transmitido de mestre a discípulo, o que abriu a possibilidade de modificação, adaptação, de forma que coisas novas fossem acrescentadas ou descartadas.
E assim, surgem reformas, tradições diferentes, interpretações, metodologias e concepções diferentes, entretanto, todos os sistemas como meio para alcançar a Realidade Transcendente, A TRANSCENDÊNCIA DA CONSCIÊNCIA EGOICA, a libertação. Cada metodologia ensina um caminho diferente para realizar a pesquisa da alma que vai de encontro à união com a Fonte Criadora, com a Realidade Suprema, com a Felicidade Eterna, com BRAHMAN13.
Por ser o YOGA caracterizado por uma prática de introspecção disciplinada, com concentração meditativa associada a rituais de sacrifício, exigia dos sacerdotes védicos perfeita exatidão, concentração e disciplina mental rigorosa, sendo essa necessidade uma das raízes do YOGA posterior, que originou cerca de 2.000 anos mais tarde a tecnologia da consciência que caracteriza as UPANISADS.
Então, paralelo ao YOGA Clássico de PATAÑJALI, surgem outros sete caminhos que constituem os oito ramos clássicos do YOGA vinculados ao Hiduísmo: O RAJA YOGA (PATAÑJALI), TANTRA YOGA, HATHA YOGA, JÑANA YOGA, BHAKTI YOGA, KARMA YOGA, MANTRA YOGA, o LAYA YOGA e o KUNDALINI YOGA. Sri Aurubindo desenvolve mais tarde o PURNA YOGA.
O YOGA também se aplica ao Budismo e ao Jainismo, filosofias indianas heterodoxas.
O autor classifica toda essa diversidade de aplicabilidades do YOGA e sistematizações de caminhos em YOGA, seja ligado ao hinduísmo ou fora dele, em quatro períodos: Pré-Clássoco, Clássico, Pós-Clássico e na Idade Média.
Organização do artigo: Rose Naiana Bregolato Bossle: Pós-graduação em YOGA pela FIES.
Orientação: Sandra Cury: Pós-graduação em Metodologia Científica, experiência de vinte anos como professora de YOGA, professora de filosofia e história do YOGA do Curso livre de graduação em YOGA da FIES, e do Curso de Pós-graduação em YOGA da FIES.
1 O sânscrito é a transliteração do DEVANAGARI, linguagem para revelações espirituais. Esclarecemos aos leitores que as palavras em sânscrito estarão apontadas conforme a transliteração científica universal, em letras maiúsculas e sem os acentos específicos que indicam a posição do aparelho fonador para a pronúncia correta dos sons. O alfabeto sânscrito é composto com sinais de prolongamento, nasalisação (ANUSVARA), aspiração (VISARGA), sons guturais, palatais, cerebrais, dentais, labiais, surdos e sonoros. Portanto, nem sempre a forma de escrita será a maneira de pronúncia.
2 Artigo “Mitologia no ASANA: Mito e Símbolo”, publicado nos Anais do I Congresso Sul Brasileiro de YOGA, realizado pela AYPAR em maio de 2003.
3 SIVA pronuncia-se SHIVA e KRSNA, KRISHNA. Na trindade hindu, BRAHMA é o Deus da criação, VISNU da manutenção e SIVA da transformação. KRSNA é uma encarnação de VISNU.
4 Significa feito, realizado, perfeito.
5 Traduz-se por de todas as coisas, guerra, desavença.
6 Livro “Hatha: o abc do Yoga”.
7 Manu seria um ser humano do primeiro grupo de Homo Sapiens Sapiens ao final do período neolítico.
8 No livro “A Tradição do YOGA”.
9 Cidade dravidiana milenar do Vale do Indo.
10 Pronuncia-se UPANISHADS.
11 Livro “YOGA: Repensando a Tradição”.
12 Textos que representam a essência dos VEDAS.
13 BRAHMAN é o Absoluto despersonificado, enquanto BRAHMA é o Deus personificado da trindade hindú.
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